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As mulheres durante o III Reich
Durante o III Reich as mulheres decidiram contribuir no programa de reconstrução do Líder junto com os homens. Primeiro se encarregaram de todas as mães que haviam passado grandes apuros durante a guerra e o período de pós-guerra (da I G.M.), e as mulheres que deviam se ajustar às solicitações da época. Como conseqüência foi criado o Serviço de Maternidade do Reich.
A preparação das mães tinha como objetivo desenvolver seu rendimento físico e intelectual, fazê-las apreciar os grandes deveres que recaem sobre elas, instruí-las na maneira de criar seus filhos e qualifica-las para as tarefas domésticas e econômicas. Tudo isto se levava à cabo através de cursos de formação, cada um dos quais tratava unicamente de um tema em particular. Estes cursos se realizavam em todas as cidades com população superior a 50.000 habitantes.
Depois se preocuparam por milhões de mulheres alemãs que, dia após dia, realizavam seus pesados trabalhos nas fábricas. Fizeram-nas compreender que também elas faziam parte da nação e que deviam poder dizer à si mesmas que realizavam uma tarefa útil e que seu trabalho fazia parte do trabalho realizado por toda a nação em conjunto. Para atingir isto, criaram o Departamento Feminino da Frente Alemã de Trabalho que conseguiu contar com mais de oito milhões de membros para atender a mais de 11 milhões de mulheres empregadas.
O "Frauenamt" criou o cargo de "a mulher socialista trabalhadora da indústria" para cada empresa que tivesse empregado inclusive um número considerável de mulheres. As mulheres não eram somente experientes trabalhadoras sociais, mas que também deviam se encontrar familiarizadas com seu novo trabalho. Por isso se exigia delas uma dedicação de vários meses nesse trabalho antes de que lhes adjudicassem o posto de trabalhadoras sociais. Durante estes períodos recebiam os mesmos salários que as demais.
Esta organização dedicava uma atenção especial às trabalhadoras casadas e com crianças pequenas e àquelas que estavam em estado de estar nessas situações, proporcionando-as dinheiro, comida, roupa, etc. Também eram ajudadas por estudantes em horas de suas férias e com uma atitude generosa.
Também "gastaram" tempo em organizar (elas mesmas) a Associação de Mulheres Alemãs (Deutsches Frauenwerk) que se subdivide nos seguintes departamentos: economia nacional e doméstica, que ensinava às mulheres e às jovens a aplicar os princípios da solidariedade nacional e que em cada lar a mãe é a responsável da saúde de toda a família, proporcionando-lhes uma boa alimentação e exercendo seus deveres hábil e eficazmente; o departamento cultural e educacional, que colocava o patrimônio cultural também nas mãos das mulheres ajudando-as inclusive em suas conquistas alcançadas no campo da ciência, o departamento de assistência consistia no trabalho realizado pelas enfermeiras, pela Cruz Vermelha e pela defesa aérea; e o departamento estrangeiro que estabelecia contato com associações de mulheres no estrangeiro.
"Todo o trabalho que nós realizamos por rotina, que nestes momentos em tão extensos que já não podemos descrever com detalhe, é simplesmente um meio de alcançar um fim. É a expressão da determinação das mulheres alemãs de ajudar a resolver os grandes problemas de nossa época. Um espírito de camaradagem anima à todas nós e a nossa lealdade e a nossa nação guia todos nossos esforços".
(texto do livro "Os Nazis Falam". Pág: 51; Gertrud Scholtz-Klink; chefe da organização de mulheres nacional socialista).
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