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Alocução do movimento Werwolf (Goebbels)
Porém, o nacional socialismo, como visão do mundo, não foi derrotado. Pelo contrário, jamais capitulou. Morreram os homens, as mulheres e as crianças, o sangue correu pelos campos e cidades, tingiu de vermelho o asfalto, os montes e os campos, as areias e as neves, mas a idéia genial não foi destruída.
Por essa causa hoje, como contradição à "tagarelada" vitória dos inimigos da humanidade, quero publicar a Alocução que Goebbels fez ao final de março de 1945, quando já não foi possível ocultar por mais tempo a existência do movimento Werwolf, que continuaria resistindo ao inimigo até o final, até o triunfo final.
ALOCUÇÃO SOBRE O MOVIMENTO WERWOLF (finais de Março de 1945)
O movimento Werwolf realiza seus próprios julgamentos e decide sobre a vida ou a morte de nossos inimigos e também dos traidores do povo, e possui a força necessária para executar suas sentenças.
Cada bolchevique, cada inglês e cada norte-americano serão os brancos a atacar de nosso movimento. Onde nós tenhamos a possibilidade de acabar com suas vidas, faremos com prazer e sem preocupação das nossas. Cada alemão, no posto na qual se encontre, que se ofereça para cooperar com o inimigo, sentirá nossa vingança.
Nossa missão se origina na vontade de ser livres e na honra do povo alemão, o qual nos convoca a nos manter firmes. Se o inimigo pensa que pode brincar facilmente conosco, e conduzir os povos alemães como rebanhos de escravos, como faz com os povos romeno, búlgaro e finlandês, para deportá-los para as tundras siberianas, ou às minas francesas ou inglesas, então saberá que naquelas áreas que a Wehrmacht deva abandonar temporariamente depois de uma dura e determinada batalha, um novo oponente surgirá, com o qual não contava, e que será mais perigoso que as forças normais. Mais ainda se considerar as velhas e anacrônicas regras de uma conduta de guerra burguesa, a qual o inimigo mesmo só respeita onde ele considera apropriado e que despreza quando lhe são adversas.
Ódio é nossa prece. Vingança é nosso grito de guerra.
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