Alocução do movimento Werwolf (Goebbels)

 

 

Hoje, 8 de maio, se completam 61 anos da capitulação da Wehrmacht. A angustiante realidade obrigou as forças armadas alemãs a se reder frente ao poder militar e industrial aliado.

 

Porém, o nacional socialismo, como visão do mundo, não foi derrotado. Pelo contrário, jamais capitulou. Morreram os homens, as mulheres e as crianças, o sangue correu pelos campos e cidades, tingiu de vermelho o asfalto, os montes e os campos, as areias e as neves, mas a idéia genial não foi destruída.

 

Por essa causa hoje, como contradição à "tagarelada" vitória dos inimigos da humanidade, quero publicar a Alocução que Goebbels fez ao final de março de 1945, quando já não foi possível ocultar por mais tempo a existência do movimento Werwolf, que continuaria resistindo ao inimigo até o final, até o triunfo final.

 

ALOCUÇÃO SOBRE O MOVIMENTO WERWOLF

(finais de Março de 1945)

 

 

Werwolf é uma organização nascida do espírito nacional socialista, o qual não está disposto a suportar os limites que restringem os homens à lutar só dentro de nossas forças armadas normais. Todos os meios são corretos para destruir o inimigo. Nossas cidades no Oeste, destruídas pelo cruel terrorismo aéreo, as mulheres e as crianças famintas ao longo do Rhin, nos ensinaram a odiar o inimigo. O sangue e as lágrimas de nossos homens assassinados, nossas mulheres estupradas e nossos filhos massacrados nos territórios ocupados no Leste, exigem vingança. Eles, unidos entre si dentro do espírito do movimento Werwolf, declaram nesta proclamação, sua firme e resoluta decisão, imposta através de um juramento sagrado, de nunca ceder ante o inimigo, resistir-lo sempre, ainda sob as circunstâncias mais difíceis, e com meios improvisados, combater-lo uma e outra vez, enfrentar-lo orgulhosamente e com determinação, desprezando a indolência burguesa, indiferentes ante uma morte possível e conseguindo vingança de cada ultraje que o inimigo cometa contra um membro de nosso povo, dando-lhe morte.

 

O movimento Werwolf realiza seus próprios julgamentos e decide sobre a vida ou a morte de nossos inimigos e também dos traidores do povo, e possui a força necessária para executar suas sentenças.

 

Cada bolchevique, cada inglês e cada norte-americano serão os brancos a atacar de nosso movimento. Onde nós tenhamos a possibilidade de acabar com suas vidas, faremos com prazer e sem preocupação das nossas. Cada alemão, no posto na qual se encontre, que se ofereça para cooperar com o inimigo, sentirá nossa vingança.

 

Nossa missão se origina na vontade de ser livres e na honra do povo alemão, o qual nos convoca a nos manter firmes. Se o inimigo pensa que pode brincar facilmente conosco, e conduzir os povos alemães como rebanhos de escravos, como faz com os povos romeno, búlgaro e finlandês, para deportá-los para as tundras siberianas, ou às minas francesas ou inglesas, então saberá que naquelas áreas que a Wehrmacht deva abandonar temporariamente depois de uma dura e determinada batalha, um novo oponente surgirá, com o qual não contava, e que será mais perigoso que as forças normais. Mais ainda se considerar as velhas e anacrônicas regras de uma conduta de guerra burguesa, a qual o inimigo mesmo só respeita onde ele considera apropriado e que despreza quando lhe são adversas.

 

Ódio é nossa prece. Vingança é nosso grito de guerra.

 

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