Porque sou Nacional Socialista

David Myatt, 107 y.f
 

Viajando intensamente, experimentando de primeira mão muitas coisas, e pensando profundamente sobre estas coisas, acredito ter adquirido certo entendimento do mundo.

 

Vivi entre outras pessoas e culturas na África, neste longínquo e no Oriente Médio. No curso de minha vida, fui monge num mosteiro cristão; vivi num mosteiro budista; estudei o Islã no leste; aprendi uma arte marcial baseado no Taoísmo; dei aulas a meninos; cuidei de enfermos; experimentei a dor, o êxtase e o sofrimento do combate; sem lar vaguei pobre, através do país de meus antepassados; Estive na prisão - por atividades políticas; estudei e traduzi a tragédia grega; escrevi poesia; trabalhei em fábricas, escritórios, construção, fazendas, em lojas..... No curso de tudo isto, experimentei as alturas e as profundezas do que se descreveu como "natureza humana", e cheguei a saber e entender em muitos aspectos o mundo que me rodeia.


Meus primeiros anos passei na África do leste, e minhas memórias mais temporãs são de Tanganyika: estradas cheias de pó e secas; pôr-do-sol bonito sobre os planos; nadando numa piscina embaixo de uma pequena cascata... Meu pai permaneceu na África, num lugar inóspito, a "África mais escura": entre o pântano de Bangweulu e Rio de Lulua.

 

Quando tinha dezesseis anos de idade, fiz-me Nacional-Socialista e muitos anos depois tentei fazer realidade o que eu entendia por Nacional-Socialismo: um nobre e honorável, idealismo. Tinha visto as mentiras que a propaganda vertera sobre Adolf Hitler e o Nacional-Socialismo, -sobre o que na verdade aconteceu. Entendia de uma maneira profunda, mas instintiva a significação espiritual de Adolf Hitler - do que ele tentou fazer, e do que realmente o motivava. Entendia por que ele era tão querido e por que amava a Alemanha. Entendia estas coisas porque me sentia exatamente como ele - um grande amor idealista para minha gente e um grande desejo de atuar, de maneira que um mundo melhor e mais nobre pudesse ser criado. Desta forma, entrei na política e me associei com vários grupos Nacional-Socialistas e vários nacionalistas raciais.


Posso recordar muitos momentos, em minha juventude quando cheio de idealismo juvenil, escutava para me sublimar, formosa música [ tais como J. S. Bach ] e com freqüência era transportado para uma visão do que pôde ser, do que poderia ser possível se o nobre idealismo se vivenciasse entre minha gente. Para mim, tal música parecia capturar o que sentia – uma expectativa e uma esperança feliz, tingidas de tristeza. E sabia, de uma maneira profunda, -além das palavras-, que estas sensações nobres foram as que motivaram Adolf Hitler. Ele também tinha encontrado na música uma expressão de seus nobres sonhos.

 

Posso recordar como almejava uma sociedade melhor, uma melhor maneira de viver. Posso recordar a ira que sentia quando era acordado por uma realidade com freqüência brutal, realidade que existia entre minha gente, mantida e praticada por indivíduos estúpidos e insignificantes, carentes de idealismo e de honra: anciãos veteranos de guerra brutalmente abatidos e roubados por uma quadrilha de brigões; meninas em idade escolar seqüestradas e violadas; ciclistas assassinados por um cruel golpe enquanto andavam com sua bicicleta; família jovem - o pai com um trabalho mal pago – denunciados e condenados por um proprietário ambicioso…e um longo etc.

 

Posso me recordar indo para um concerto de Vaughan Williams - parecia para mim, então, que sua música capturava a essência verdadeira de minha gente e de minha própria terra. Sabia, ao escutá-lo o que a civilização era e tinha produzido – o esplendor de uma catedral, o virtuosismo de uma orquestra, a liberdade de se sentar e escutar tal formosa música realizada sublimemente em tal cidade, e depois vagar, intoxicado por tal beleza, pelo rio da cidade numa agradável noite de um verão, como algum outro tinha vagado, três décadas antes de mim... Sabia, ouvindo isto e música similar, que devia tentar achar o meio para realizar esta visão, que devia me esforçar para mostrar para minha gente que existia uma melhor maneira de viver e um propósito mais nobre.

 

Desejava tentá-lo, fazendo possível a estrutura de uma sociedade mais justa, onde a maioria da gente trabalhasse unida por um bem maior e onde tivesse que se esforçar pela excelência da exploração. Com certeza, isto era idealista - mas me esforcei duramente para tentar atingi-lo. Em geral, a maioria da gente que me conhecia durante esses anos ou ouviu falar das minhas ações, não entendia meus motivos: Aparecia simplesmente como outro “fanático” outro “extremista”.

 

Posso recordar, nesses anos de luta, muitos momentos de alegria pura - como acontece quando, viajamos por uma terra desconhecida, um caminho para o cume de uma colina e se deter em seu cume para observar a extensão percorrida desde o princípio do caminho: um panorama extenso de um país novo para descobrir. Produz então, o entusiasmo de uma descoberta pessoal, nossa existência cobra uma intensidade especial e se acha satisfeito de estar vivo.


Mas depois de alguns anos de me esforçar duramente para concretizar e fazer realidade minha nobre visão, me desiludi. Houve mesquinharia e ciúmes, inclusive proveniente de alguns “camaradas” que pretensamente lutavam e se esforçavam pela mesma meta. Fez ato de presença a traição e a falta de honra, em alguns daqueles aos quais tinha entregado minha confiança; difundindo pequenas mentiras; fabricando e propagando rumores sobre minha pessoa.

 

Durante os anos de luta, esta me tinha endurecido - inclusive na prisão não me dissuadiu. Minhas próprias circunstâncias pessoais me endureceram (vivia numa asquerosa cobertura; com freqüência estava faminto; tinha poucas possessões...) defrontando ao inimigo e aos meus opositores nas ruas. Apesar de tudo isso carecia das qualidades de um líder. Queria que as coisas mudassem - para poder inspirar à gente, mas sabia que carecia daquelas necessárias qualidades para realizar estas coisas. Ante a mesquinharia, a traição e as intrigas dos '”camaradas”, pergunte-me Por que estavam lutando? Certamente não era por aquilo que estava lutando eu. O desejo que tinha sentido da minha juventude de atuar urgentemente, para fazer da política minha vida inteira e o propósito total de minha existência, tinha morrido lentamente. Nesses anos, meu modelo a seguir tinha sido o próprio Adolf Hitler e tinha me esforçado em tentar fazer o mesmo que ele - resgatar meu povo da escravatura na qual eles estavam imersos, de maneira que uma nova sociedade pudesse ser criada. Mas ainda que me sentia e entendia como ele. Carecia de sua vontade, sua desinteressada determinação e seu carisma espiritual. Ou como dissesse Savitri Devi, demasiado sol - mas não o suficiente relâmpago. Era mais um filósofo que um líder revolucionário.

 

Abandonei a política, e em seu lugar, em segredo procurei a maneira de guardar vivo aquilo em que acreditava. Também procurei, aprendi e experimente muitas coisas mais, vivi a vida de outras maneiras - para mim estava perfeitamente claro o que ainda ficava por aprender sobre o mundo e sobre mim mesmo. Passaram muitos anos, procurava em ocasiões alguma maneira de tentar expressar minha visão novamente. A maioria das vezes escrevendo artigos e ocasionalmente voltando à política “ativa” de novo. Passaram dez anos, logo quinze, depois quase vinte. Viagens, buscas, o estudo de temas variados; em resumo a exploração da vida de diferentes maneiras.

 

Acreditei ter obtido um entendimento mais profundo da natureza “humana "- e os princípios da sabedoria. Por um tempo, estabeleci-me numa área rural, que em sua maioria não tinha sido tocada pela decadência e pela degeneração que infestavam à maioria das sociedades modernas. Ensinei uma arte marcial aos poucos que estiveram interessados, explique a muita gente os ideais nobres do Nacional-Socialismo, e continuei com meu lento trabalho, de tentar socavar em segredo o sistema tirânico imposto sobre minha gente.

 

Então, repentina e inesperadamente, minhas circunstâncias pessoais mudaram com a morte de uma jovem, alguém a quem amei.

 

Viajei e vaguei de novo, tentando manter vivas minhas paixões pela beleza da música e pelas solitárias viagens a lugares isolados, selvagens, formosos, cobertos com a luminosidade da Natureza. Teve um incidente que recordo vivamente. Encontrava-me vagando só por um lugar isolado, quando passei através de um vilarejo. Minha presença foi anunciada pelos ladridos de vários cachorros, e uma senhora velha saiu para saudar-me. Só queria permissão para acampar minha barraca no campo, e um pouco de água fresca, mas ela me convidou amavelmente para seu lar, preparou o chá e trouxe um pouco de docinhos. Cedo, começamos a discutir sobre coisas do campo, e sobre o estado do país em geral. Ela falou da Grã-Bretanha que tinha conhecido quando era jovem, e de como lamentava as muitas mudanças que ocorriam e tinham ocorrido. Ela sabia o que o país precisava para fazer dele um lugar decente, para gente decente que vivesse nele, mas era pessimista sobre seu futuro, e sobre a terra dos arredores a qual tinha amado e tinha conhecido toda sua vida, e disse que de alguma maneira, ela estava alegre por que já era velha e morreria cedo e não veria como as coisas piorariam. Sentando ali, senti outra vez esse cuidado e preocupação por minha gente e minha terra, aquilo que tinha sentido profundamente nos anos idealistas de minha juventude. Durante os dias seguintes, suas tristes palavras me obsedaram.


Gradualmente, meus pensamentos e sentimentos tomaram forma e concretização, podendo realmente pela primeira vez em minha vida expressar em palavras significativas como me sentia e o que entendia sobre o mundo, minha gente e essa nobreza que tinha intuído, desde minha juventude, representava o Nacional-Socialismo e a vida e o trabalho de Adolf Hitler.

 

Assim, estabeleci-me num lugar apartado para escrever sobre a expressão prática desta visão interna, nobre. Claramente pude intuir então, que minha vida inteira tinha me conduzido a este momento de expressão - o entendimento do que significava o Nacional-Socialismo realmente, além dos lemas, além da política, além das mentiras propagandísticas opostas ao Nacional-Socialismo. Além dos muitos erros de nosso próprio passado.

 

Publiquei estes escritos e optei de novo, por um papel público como Nacional-Socialista. Também ofereci minha ajuda a um grupo político, pois isso poderia significar que parte dessa visão nobre o que é a essência do Nacional-Socialismo poderia se fazer real. Com meu próprio papel público, me esforcei em dirigir os outros para o idealismo nobre, a qualidade essencial, que o Nacional-Socialismo expressa.


Com certeza, meus opositores e os inimigos não entenderão isto - pois não entenderão meus nobres motivos, ou os motivos nobres dos outros Nacional-Socialistas, particularmente daqueles indivíduos valorosos que arriscam suas vidas e sua liberdade ativamente lutando para o Nacional-Socialismo, como é o grupo que agora apoio.

 

Aparte de tudo isto, honradamente diria que muitas vezes quereria passar meu tempo livre satisfazendo minhas ambições pessoais como traduzir a Ilíada de Homero e o resto de Aeschylus. Também me agradaria me perder caminhando entre as colinas e parar, olhando as nuvens, ou sentado escrevendo qualquer artigo que outros possam julgar '”político”. Mas sei que se não lutarmos pela nobreza e essa qualidade, elas morrerão, e os vis e os covardes triunfarão. Alguém tem que atuar; alguém tem que tomar uma postura e viver, e se for necessário, morrer por seus princípios honoráveis. Já lutei no passado, estou preparado para lutar de novo em defesa desses valores civilizados nobres dos quais eu e outros camaradas idealistas sabemos que são a essência do Nacional-Socialismo em si mesmo.


Tenho o dever de tentar revelar a verdade aos outros/as. Seria mais fácil, mais cômodo e menos perigoso -dada a natureza tirânica do atual sistema, o qual tenta prender os dissidentes como eu – se ficasse em silêncio, e ocupasse meu tempo em fazer as coisas com as quais eu pessoalmente desfruto.

 

Muita gente -apesar destas palavras- não entenderá o que estou fazendo e por que o estou fazendo. Eles continuarão com sua opinião estereotipada do Nacional-Socialismo e dos Nacional-Socialistas, pois acreditaram em todas as mentiras que seus opositores criaram e espalharam para tentar desacreditá-lo. Alguns podem inclusive tentar inquirir em minha vida e em meu passado, e encontrar a “munição” para que seus tópicos prejudiquem qualquer pessoa que se confessa Nacional-Socialista. Minha vida, exterior, parece complexa, variada e de vez em quando contraditória. Mas o aspecto exterior não é o mesmo que a essência interna. (acredito que fala do convívio com o meio, ter contato com pessoas não brancas, não por que quer, mas por que é uma necessidade. Ir à uma loja, por exemplo, comprar alguma roupa, e quem te atender ser uma pessoa não-branca, etc...)

 

Com freqüência, os rumores ou as mentiras sobre mim têm obscurecido e distorcido a simples verdade - ou foram fabricados pelos inimigos do Nacional-Socialismo para me desacreditar e desta forma prejudicar os meus escritos Nacional-Socialistas. Nunca tive conhecimento ou cometido jogada alguma que possa se considerar desonroso. Sei o que fiz e no que me equivoquei. Mas aprendi destes erros – e cresci em entendimento. Agrada-me acreditar que atingi os princípios da sabedoria, mas sou bastante honesto como para saber que posso estar equivocado nisto.

 

Mantive e mantenho uma atividade Nacional-Socialista, e tentei converter os outros à esta, a mais nobre das causas. Estou atuando porque desejo ver uma sociedade nobre que aspire a continuar o trabalho glorioso da evolução. Desejo que esta sociedade reflita a beleza e a harmonia, -que entendo é a essência da civilização- as quais experimentei com freqüência através da música clássica e alguma vez na própria vida. Acredito que para conseguir isto, a sociedade tem que se assentar sobre a realidade e trabalhar ativamente em harmonia com a natureza e não contra ela. Segundo meu entendimento - e a sabedoria que demonstra a civilização em si mesma - a realidade da natureza se acha miscigenada na diversidade das raças.

 

Para mim, o Nacional-Socialismo significa criar um melhor, mais são, e mais civilizado Futuro. É realmente tão simples como isto. 

 

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