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Por uma nova arte
Se por arte entendemos a expressão da
Beleza, já seja escultórica, literária, pictórica ou musical, percebemos
rapidamente que a Arte está em grande retrocesso. Se um arqueólogo pudesse
redescobrir dentro de um par de milênios uma escultura clássica grega junto
com umas dessas de “vanguarda” que parecem pedregulhos mal polidos e
incompreensíveis, este arqueólogo que supomos ser inteligente, datará as
obras nas esculturas totalmente trocadas, acredita em certa progressão da
expressão do Espírito Humano e pensará que o pedregrulho deformado é
anterior em muitos milênios ao delicado jovem talhado
Na literatura, os temas escabrosos, pornográficos e
sanguinolentos escritos com canetas tão finas como cabos de vassoura,
pretendem ser superiores a Homero ou Cervantes. A poesia teve se “libertado”
da rima e do compasso, transformando-se numa cadeia de prosas irregulares e
sem sentido, onde impera e prevalece o “Ioismo” e a cacofonia (encontro
ou repetição de sons que desagrada ao ouvido).
A pintura “jovem” na verdade é a mais velha, pois está abaixo
da arte rupestre, pondo em um touro um olho em cima do outro. Obviamente
todas estas formas de “arte” (que nem artesanatos chegam ser) são efêmeras
amostras do “desconcerto” geral. Estes quais, não podendo representar o belo
e não querendo reconhecer sua impotência nem tendo a humildade da simples
cópia daqueles que estavam e foram “tocados pelas Inspirações” fizeram um
culto ao feio sobre o altar do horrível.
A intoxicação é tal que se pagam milhões por quadros que, se
os tivéssemos habitualmente em nosso dormitório, e fosse o primeiro que
víssemos pelas manhãs, acabaríamos por nos tornar loucos em poucos
Nós, os Nacional Socialistas, propomos uma arte nova que
apanhe o melhor dos clássicos conjugados com o melhor dos elementos da
atualidade. Uma Arte com mensagem metafísica e ao mesmo tempo com beleza
capaz de enternecer aos duros corações, fazendo-os mais bons e acessíveis. A
Arte não deve precisar de tradutores nem de introdutores numa boba
“iniciação” explicativa. A verdadeira beleza é “sentida” antes que se a
compreenda.
O que não é Belo não é arte. É perda de tempo, que se se houvesse empregado num trabalho útil, mais benefício teria trazido à humanidade.
Traduzido por Nacionalista88
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