Nacional Socialismo:

O eterno retorno a realidade


 

Desde os mais remotos tempos da História da Humanidade teve sempre uma luta constante entre as "visões mágicas" das coisas e as interpretações "realistas".

 

Quando os Hititas produziram as primeiras espadas de ferro não faziam magia senão aplicavam a realidade, acreditavam em um "fato". Nesse mesmo momento Egito levantava pirâmides, sob a "magia" de uma crença em outra vida posterior, apoiando-se numa incipiente geometria.


Creio que estes dois exemplos, contemporâneos no tempo, expressam muito bem os prós e contras de ambas as visões. A crença numa realidade palpável e moldável foi sempre o eixo de grandes avanços e de ações muito definidas na História. Mas a "magia" contribuiu grandemente a enriquecer a Arte e os sentimentos.

 

Durante os primeiros séculos da Humanidade, e bem mais tarde nos povos não indo-europeus, o sentimento "mágico" manteve a chamada "espiritualidade", separada completamente da realidade e o empirismo. O culto à morte e sua "magia", as crendices e o medo (chame-se religioso ou não) foram a fonte de quase todas as manifestações "inteligentes" e elevadas dos povos não arianos, e inclusive a dos indo-europeus durante muitos séculos.

 

Grécia foi o primeiro ponto do mundo no que o conhecimento empírico, cientista, fez-se global, e atingiu a categoria de "arte", de base "espiritual". Os pensadores gregos, e o mais importante, a estrutura social das cidades gregas foram o primeiro encontro entre ciência e "essência", de forma que pela primeira vez o filósofo grego não procurava "utilidade" imediata em seu pensamento, senão "prazer intelectual", ou seja elevação humana mediante a busca da Verdade.


Se para Pitágoras ainda existia um elemento mágico na matemática, em Euclides isto já desaparece, nas ciências gregas maduras o sentimento para valer, de Conhecimento, de investigação "gratuita" (ou seja, sem instigação mágica alguma, pelo mero prazer ou utilidade) faz-se normal. E, em especial, a Grécia descobre os primeiros cientistas "por prazer", sem necessidades econômicas, sem utilismo prático detrás.

 

Investigações teóricas sobre os números ou as Ciências Naturais, a lógica e a gramática e a moral, a Medicina inclusive, não como profissão senão como busca de realidade, iniciam-se em Grécia de forma clara.

 

Talvez antes teve alguns reflexos deste sentido científico, dessa busca da Verdade Natural sem intromissão mágica, mas foi pequeno. Na Grécia se faz um fato social e pessoal de clara realidade. 

Inclusive a Arte na Grécia se despega do uso mágico, já não está ao serviço da expressão de uma Idéia Mágica, senão que se centra na Beleza, na Naturalidade Humana. A Arte grega é uma homenagem ao Homem, sem mais.

Traduzido por Nacionalista88

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