Notas Raciais

 

As Raças não existem? Todos os seres humanos são absolutamente iguais? Aqui se mostram algumas provas que refutam o que nos tentam fazer acreditar...

 


  

Há diferenças genéticas entre as raças?

 

Resposta de Mark Pagel, biólogo especializado em evolução, da Universidade de Reading: "Independentemente de como estão equivocadas as antigas idéias sobre as raças, os estudos genômicos modernos revelam um panorama surpreendente, interessante e diferente da diversidade genética humana. Por termos médios, umas raças são geneticamente similares a outras em 99,5%. Esta porcentagem não é a qual se considerava antes; é menos que o calculado previamente, que era da ordem de 99,9%. Para por uma perspectiva desta diferença, que pode parecer minúscula, há que destacar que geneticamente somo similares por volta de 98,5%, ou pode que seja mais, com os chimpanzés, que são nossos parentes evolutivos mais próximos. Em outras palavras, esta nova porcentagem é de grande importância para nós. Entre outras coisas, deriva de muitas diferenças genéticas pequenas que se tem conhecido a partir de estudos comparativos de populações humanas.

 

Goste ou não, cabe a possibilidade de que existam muitas diferenças genéticas entre populações humanas, sem descartar diferenças que podem corresponder inclusive à antiga classificação por raças, e diferenças que são reais, no sentido de que fazem um determinado grupo melhor que outro na hora de dar resposta a um determinado problema particular do meio na qual se desenvolve. Isto não quer dizer de modo algum que tenha um grupo que em geral seja "superior" a outro. Este suposto, nos põe sob aviso de que devemos estar dispostos a falar de diferenças genéticas entre populações humanas."

 


  

O estudo de um gene revela que alguns neandertal tinham cabelos vermelhos

 

Há cerca de quarenta mil anos, quando os primeiros membros de nossa espécie (Homo sapiens) chegaram à Europa, se encontraram na situação que o Velho Continente estava povoado por outra classe humana diferente, os homens de Neandertal. Estavam ali quase meio milhão de anos. Eram mais corpulentos e musculosos, sua testa era curta, careciam de queixo e estavam melhor adaptados que nós aos frios invernos europeus. Tinham a pele clara, e segundo o trabalho que hoje publicam na revista "Science" o paleontólogo-geneticista Carles Lalueza e o paleontólogo Antônio Rosas, alguns eram loiros ou de cabelos vermelhos.

 

Os pesquisadores, da Universidade de Barcelona e do Museu Nacional de Ciências Naturais, do CSIC, puderam chegar a esta extraordinária conclusão depois de haver isolado e organizado um fragmento do gene MCR1 de um osso de neandertal de 43.000 anos de antiguidade, procedente das jazidas arqueológicas asturianas de El Sidrón. Este gene é precisamente o encarregado de regular a pigmentação nos vertebrados, incluído os seres humanos.

 

Há 4 anos, este grupo de pesquisadores espanhóis, em colaboração com o Instituto Max Planck, de Leipzig, está colhendo êxitos em um trabalho na qual outros tem fracassado: extrair material genético viável dos restos fósseis de neandertais. O objetivo final é obter o genoma completo desta espécie humana, que antes de desaparecer conviveu com a nossa durante mais de dez mil anos.

 

"Nossa linha de pesquisa tem três grandes fases. A primeira, que conseguimos há já 3 anos, era a de recuperar o DNA mitocondrial (que se encontra nas mitocôndrias, e não no núcleo celular). Esse desafio está superado. A segunda fase, que se enquadra dentro do projeto "Genoma de neandertal", consiste em obter todo o material genético possível dos restos de neandertais, embora de forma indiscriminada. Isto é, organizar massivamente todo o material que se possa. E a terceira faze, na qual estamos agora mesmo, tem como fim algo muito mais complexo e delicado: recuperar genes específicos e concretos".

 

A equipe de El Sidrón já o teve conseguido duas vezes. O primeiro resultado foi publicado há uma semana e fazia referência ao gene FOXP2, relacionado com a capacidade de falar. E agora chegou a vez do MCR1.

 

"Quando começamos a recuperar genes concretos (afirma Antonio Rosas) nos programamos buscar genes ou fragmentos que estiveram muito bem estudados em nossa própria espécie, e que, além disso, tiveram algo que dizer do ponto de vista evolutivo. E escolhemos o FOXP2 e o MCR1".

 

As conclusões se baseiam na recuperação em neandertais de um gene (o MC1R ou receptor 1 da melanocortina) que é a chave na determinação da cor do cabelo e da pele. Em resumo: foi descoberta uma variante neste gene que não se encontra nos humanos modernos e que modifica a proteína resultante de uma forma parecida com as variantes que provocam que alguns europeus atuais tenham o cabelo vermelho. Se trata de uma primeira variação genética funcional que se encontra entre humanos modernos e neandertais que tem permitido conhecer uma característica física externa desta espécie humana extinguida.

 

Os principais autores do estudo são Carles Lalueza-Fox (Dept. Biologia Animal UB) e Holger Römpler (Universidade de Leipzig) e participam também Javier Fortea e Marco de la Rasilla (Universidade de Oviedo), Antonio Rosas (Museu Nacional de Ciências Naturais MNCN-CSIC), Jaume Bertranpetit da Unidade de Biologia Evolutiva (CEXS-UPF) e outros peritos do Instituto Max Planck de Leipzig e das Universidades de Siena e de Florença (Itália), entre outros.

 

O receptor 1 da melanocortina ou MC1R é uma proteína que se encontra na membrana dos melanócitos, que são células que fabricam a melanina, o pigmento que temos na pele, na íris dos olhos e nos folículos pilosos. Há dois tipos de melanina, a eumelanina (de cor marrom escuro) e a feomelanina (de cor avermelhada). A MC1R regula a formação de um ou outro pigmento mediante a interação com outra proteína, que é o hormônio estimulador dos melanócitos ou MSH. Há várias mutações descritas em populações européias que implicam com que a MC1R resultante não interaja corretamente com a MSH e isto determina a formação exclusiva da feomelanina: estes indivíduos são de cabelos vermelhos e tem sua pele muito clara com sardas. Em populações africanas, que estão submetidas a uma forte radiação solar por razões geográficas, a seleção natural elimina a aparição de variantes que provoquem estas quedas de função. Em contraste, permite que se acumulem nas populações européias, cujos antepassados chegaram da África a uns 50.000 anos.

 

A equipe científica partia da hipótese que os neandertais, provenientes originalmente de climas equatoriais há pelo menos meio milhão de anos, deveriam haver experimentado um processo similar ao dos europeus neste gene. Porém, as mutações que se puderam produzir haveriam sido diferentes. Por isso, recuperaram um pequeno fragmento do gene em duas amostras neandertais, procedentes das jazidas arqueológicas italianas de Monti Lessini (Itália) e da jazida arqueológica asturiana de El Sidrón (Espanha), e encontraram em ambos os indivíduos uma variante não descrita em humanos modernos que provoca uma variação de aminoácido na proteína.

 

Segundo o pesquisador principal, Carles Lalueza-Fox, "provavelmente é um dos casos de boa sorte mais espetaculares da biologia evolutiva recente: encontrar primeiramente uma variação funcional entre neandertais e humanos modernos, quando se tenha calculado que talvez haverá unicamente um milhão em todo o genoma. É como encontrar uma agulha em um par genômico".

 

Pelo fato de que tenha uma variação no MC1R não significa necessariamente que este altere sua função. Para pesquisá-lo, os cientistas do Instituto Max Planck de Leipzig que colaboram no estudo introduziram o gene MC1R com a variante neandertal em células pigmentárias em placas de cultivo e as fizeram interagir "in vitro" com a outra proteína, a MSH. Puderam constatar uma queda em seu grau de interação parecida a qual se observa com as variantes "avermelhadas" atuais. Isto é, que a variação encontrada afeta o papel da proteína na regulação pigmentária e faz que se forme basicamente feomelanina (o pigmento avermelhado). Haveria, pois, neandertais de cabelos vermelhos e isto constitui, além disso, um exemplo surpreendente de evolução convergente em humanos modernos e neandertais. Com este tipo de estudos, estão se começando a conhecer características físicas externas dos neandertais que nunca se encontraram em inspeções fósseis e isto representa, portanto, uma revolução conceitual no estudo da evolução humana.

 

O descobrimento se resume no fato de que fica demonstrado que entre os neandertais, da mesma forma que acontece nos Homo Sapiens, havia indivíduos de cabelos vermelhos e com peles claras. "Quando as populações que vivem nos trópicos saem deles, evoluem e deixam de ser negras", explica Rosas (percebam que este perito é dotado de pensamentos ultra-darwinistas). "E não importa que sejam de uma espécie ou de outra. A partir de uma base genética diferente, as duas espécies, os neandertais e nós, temos chegado ao mesmo lugar. Ambos temos indivíduos de cabelo vermelho. Se trata de um caso de evolução paralela."

 

Existem duas possíveis interpretações para explicar este fato. A primeira parte da base de que as populações tropicais necessitam de melanina em sua pele para se proteger do sol. Por isso, todos os nossos antepassados, que procedem da África, eram de coloração negra. Mas ao abandonar o continente negro a melanina deixou de ser necessária e a evolução permitiu mutações de indivíduos com a pele clara.

 

A Segunda explicação parte do suposto de que nas regiões frias do norte, a pele clara é importante para favorecer a formação da vitamina D, que é necessária para o crescimento e que evita o raquitismo. Ao haver menos sol, estas populações necessitam "acabar com o escudo" da melanina para aproveitar ao máximo a luz solar. Os resultados se contrastaram com amostras de outro neandertal de 50.000 anos, da cova italiana de Monte Lessini, em Verona, que também resultou ter a mesma mutação no MCR1. Isto é, que também era de cabelo vermelho.

 

 

Adicionando que o professor Carles Lalueza-Fox é autor do título “Races, racisme i diversitat. La ciència, una arma contra el racisme”

 


  

Por que os europeus(1) têm tantas cores? Os genes dão pistas

 

23-10-07

 

Uma pequena série de mutações genéticas ajudariam a explicar por que os descendentes dos europeus apresentam tantas tonalidades diferentes de cabelo, olhos e pele, mas ainda é impossível saber a cor dos olhos ou de cabelo de alguém só por seu DNA, informaram os pesquisadores.

 

Uma equipe do DeCode Genetics disse que suas inspeções com 7.000 islandeses e holandeses relevaram 60 mutações genéticas diferentes que estão relacionadas com a cor do cabelo, dos olhos e da pele.

 

Da mesma forma que em estudos anteriores, nem uma variação ou conjunto de mutações pode dizer se uma pessoa tem olhos marrons, azuis ou verdes; cabelo castanho, loiro ou avermelhado, ou se sua pele é "sardenta" (de sardinhas) ou não.

 

Contudo, em um artigo publicado na revista Nature Genetics, a equipe de Kari Stefansson, do DeCode Genetics, indicou que o novo conjunto de genes ajuda a reduzir as dúvidas e poderia ser usada para estudar certas doenças que são muito comuns nas pessoas com certa coloração.

 

"Há muito temo se acredita que antes das supostas migrações que permitiram pela primeira vez a saída de nossa espécie da África, há uns 60.000 anos, as populações humanas ancestrais tinham pele, olhos e cabelo caracteristicamente escuros", escreveram os autores.

 

Na Europa, os humanos tiveram experiências com grandes variações na tonalidade da pele, dos olhos e do cabelo. Mas a pele e o cabelo têm costume de ser mais escuros nas populações próximas ao Equador, o que respalda a idéia de que a pigmentação ajuda a proteger da radiação solar.

 

"A vantagem funcional mais óbvia da pigmentação clara da pele nas latitudes nórdicas é que facilita a formação de vitamina D3, apesar dos baixos níveis de exposição à radiação ultravioleta", adicionaram os especialistas.

 

As grandes modificações na cor dos olhos e do cabelo entre os europeus são ainda mais misteriosas.

 

Não obstante, a equipe de Stefansson encontrou evidências de que essas mutações são fortemente transmissíveis, pela qual as pessoas que os possuem são mais propensas a reproduzi-los e passa-los aos seus filhos.

 

Isto se deveria a que proporcionam uma vantagem de sobrevivência ou simplesmente a que as pessoas gostam destas características e tendem a escolher parceiros com essas determinadas características.

 

Os pesquisadores descobriram 60 polimorfismos nucleotídeos individuais (SNP sua sigla em inglês) relacionados com o cabelo vermelho, loiro ou castanho, os olhos marrons, azuis ou verdes, às sardas e à sensibilidade da pele à luz solar.

 

 

(1) - Tratamos aqui os europeus de forma geral, até mesmo seus descendentes puros em outros continentes. Embora haja diferença na cor do cabelo e olhos por questões de morar em diferentes territórios, e por outro fator fundamental: a radiação solar influencia até mesmo na cor dos cabelos.

  


 

Um estudo revela que os mexicanos são o resultado da mistura de 35 raças

 

 

Os genes dos mexicanos são o resultado de uma mistura de 35 grupos étnicos, conclui o estudo do Instituto Nacional de Medicina Genômica (Inmegen) do México que se publicará logo e adianta hoje o jornal "O Universal".

 

Segundo o jornal, os cientistas do Inmegen concluíram o mapa genômico dos mexicanos depois de dois anos de pesquisas e descobriram que 65% de sua estrutura genética é única.

 

O jornal reproduz declarações do diretor geral da Inmegen, Gerardo Jiménez, segundo o qual "quando um "co-nativo", como conseqüência, padece dor, sua cura deveria ser atendida, na maior parte dos casos, por medicamentos elaborados de maneira especial e não pelos importados, que foram fabricados para atender os genomas de outros povos".

 

Assim mesmo, o mapa genômico permitirá economizar dinheiro dos serviços de saúde do país porque os médicos poderão fazer recomendações que retardem a aparição de doenças às pessoas que estejam predispostas, disse Jiménez ao jornal.

 

Neste sentido, os cientistas revelaram que a maior parte dos mexicanos são propensos a contrair doenças como a diabetes, problemas cardiovasculares e cânceres como o de mama, tiróides, leucemia infantil e próstata.

 

Outro dos descobrimentos destaca que as populações do norte do país, como os habitantes do estado de Sonora, têm uma prevalência alta (de 58%) de genes europeus.

 

Ao contrário, as populações do sul, como as de Guerrero, apresentam uma proporção maior de genes africanos (22%) em seu genoma.

 

Conhecer com detalhe os genes dos mexicanos permitira mudar o paradigma da medicina no país, a qual poderá ser mais individualizada, explicativa e preventiva, considerou Jiménez.

 

Para realizar a pesquisa do total de cromossomos da população mexicana os cientistas tiraram provas de sangues de 140 mestiços de sete estados do país. "El Universal" assegura que a pesquisa, iniciada em junho de 2005 e financiada pelo capital público e privado, será difundida em sua totalidade em meados deste ano.

 

 

Agora resulta que SIM, HÁ DIFERENÇAS RACIAIS, inclusive para a metabolização de remédios....

 

  


 

 

Os Brancos conquistam de novo o boxe profissional

 

A categoria dos pesos pesados está atualmente conquistada por boxeadores brancos, depois de que Oleg Maskaev nocauteasse Hasim Rahman conseguindo o título da WBC.

 

Atualmente os boxeadores brancos estão em posse de 15 dos 24 títulos dos pesos ligeiros, médios e pesados. Os boxeadores pretos têm 6 títulos, os hispânicos 2 e um título está disponível.

 

Os analistas do boxe se perguntam agora como pode ser que os boxeadores nascidos no Leste da Europa dominem os pesos pesados.

 

Para mais informação se pode consultar este website:

http://castefootball.us/index.asp

 

 


 

 

Chuetas (Descendentes de judeus convertidos das Ilhas Baleares) de Maiorca. Três populações geneticamente diferenciadas nas Ilhas Baleares

 

O Laboratório de Genética tem aplicado técnicas de organização do DNA mitocondrial e detectou que a população pitiusa representa um grande desvio genético com respeito à de Maiorca e Menorca e com respeito a outras populações européias. Os chuetas, descendentes de alguns judeus convertidos, também se mantiveram como um bloco geneticamente homogêneo depois de séculos de segregação social e por práticas endogâmicas.

 

Constitui a população das Ilhas Baleares um bloco homogêneo do ponto de vista genético? Ou bem, contrariamente, se poderiam encontrar populações bem diferenciadas, com origens diferentes e que tenham permanecido, por uma ou outra razão, sem misturar-se entre elas? Tenho aqui as perguntas que tentei responder do projeto de pesquisa levado a cabo pelo Laboratório de Genética do Departamento de Biologia da UIB. A metodologia utilizada no que poderia se definir como o estudo micro-evolutivo da diferença de população humana das Ilhas Baleares não diferem da utilizada para esclarecer a origem e a evolução do Homo Sapiens desde a Eva africana: se trata da organização do DNA mitocondrial.

 

Trabalhar com o DNA mitocondrial tem uma série de vantagens lógicas. Em primeiro lugar, se trata de um DNA relativamente pequeno (uns 16.000 pares de bases) em comparação com os três milhões de pares de bases que constituem o DNA nuclear. Em segundo lugar, apresenta uma taxa de mutações muito mais elevada que o DNA nuclear. Em terceiro lugar, se herda praticamente só por linha materna (os espermatozóides possuem DNA mitocondrial em seus rabos, mas é muito comum que esta se perda no processo de fecundação). Portanto, não há recombinação de DNA mitocondrial entre genes maternos e paternos, um fato que poderia mascarar a história evolutiva do genoma. Todos estes elementos fazem que o estudo do DNA mitocondrial, a organização de suas bases, seja um bom método para medir a divergência genética das populações em função do tempo.

 

O Laboratório de Genética do Departamento de Biologia tem organizado uns 400 pares de bases de DNA mitocondrial, obtidas de amostras de sangue extraídas da população das quatro Ilhas Baleares: Maiorca, Menorca, Eivissa e Formentera; e especialmente de um grupo populacional que já de forma inicial, como primeira hipótese, parecia ser um grupo diferente do resto. Se trata dos descendentes de uma parte dos judeus convertidos, identificados pelos últimos atos de fé e que sofreram um intenso processo de segregação social: os chuetas maiorquinos.

 

Ao mesmo tempo foram tiradas amostras de populações circumediterrâneas, para efeito de estabelecer comparações. Quanto ao resto da população insular, excluindo a chueta, a equipe partiu da hipótese que se confirmou em sua totalidade: a existência de dois grandes grupos; por um lado, o correspondente a Maiorca e Menorca, entre cujas populações não se determina diferença alguma; e por outro lado, a população de Eivissa e Formentera, considerada como um só bloco, que apresenta uma diferença manifestada com respeito às populações maiorquinas e menorquinas.

 

A dinastia judaica.

 

A amostra correspondente aos descendentes dos judeus convertidos de Maiorca apresenta uma afinidade clara com populações orientais e com outras populações judaicas, como por exemplo, os asquenazis ou as populações judaicas do norte da África. Dos resultados da pesquisa pode-se concluir que a população chueta maiorquina mostra uma grande semelhança com as populações judaicas do Oriente Médio, embora esta semelhança não permita afirmar que compartilhem uma origem comum, uma "Eva comum". Na verdade, não se pode falar também de uma "Eva judia". As diferentes populações mostram um porte genético de diferentes "mães", de diferentes linhagens. Esta constitui uma linha de pesquisa interessante que, porém, se situava fora da abrangência do projeto do Laboratório.

 

Os processos obtidos pelo Laboratório de Genética sobre a população maiorquina chueta mostra, em qualquer caso, uma alta variação. Examinada em conjunto, porém, se determina uma grande convergência com as populações do Oriente Médio. A explicação mais plausível para esta evidente diferença entre os descendentes de alguns judeus convertidos (em resumo, os portadores de quinze sobrenomes) e o resto da população maiorquina é a segregação que aqueles padeceram e que lhes obrigou a uma prolongada situação de endogamia.

 

O caso de Eivissa e Formentera

 

Quanto às amostras obtidas entre as populações maiorquina e menorquina, já temos apontado que não se encontraram diferenças entre elas. Também não é possível falar de diferenças significativas entre estas populações insulares e as continentais de referência, nem em geral como resto da população européia. Em contraste, a população das Pitiusas sim apresenta uma divergência genética clara em relação às populações de Maiorca e Menorca. Também não se mostra a confluência com que as populações maiorquinas e menorquinas têm com as catalãs e valencianas.

 

Que explicação pode ter este fato se Eivissa foi também conquistada pela coroa de Aragón? Uma possível explicação talvez seja o fato de que, enquanto Maiorca e Menorca foram povoadas quase imediatamente depois da conquista, Eivissa, que foi cedida ao bispo de Tarragona, não havia sido repovoada cem anos depois da conquista. Porém, como opinião dos pesquisadores, uma re-povoação tardia não explicaria um desvio genético tão destacado. Da comparação dos dados proporcionados pela população pitiusas com os de outras populações circumediterrâneas surpreende que praticamente não exista convergência com nem uma, nem sequer com as populações do norte da África. O caso pitiuso é paradigmático: para alguns marcadores mostra afinidades com populações orientais, mas diverge destas se forem consideradas outros marcadores. É um caso a parte, uma ilha; não no sentido geográfico, mas sim no sentido genético da palavra.

 

Diversas hipóteses poderiam ajudar a explicar a diferença genética que apresenta a população pitiusa. Poderia se pensar em um ou em sucessivas diminuições populacionais que haviam reduzido drasticamente a população. Sem descartar estes efeitos, a hipótese mais plausível, porém, parece ser a de um efeito fundador. Como se sabe, Eivissa foi fundada pelos cartagineses e não foi romanizada, mas somente anexada à Roma. Se, além disso, ter em consideração a re-povoação tardia depois da conquista da ilha pela coroa de Aragón, resulta muito provável que a base genética cartaginesa tenha se mantido até hoje. Na verdade, a proximidade de algumas variáveis do DNA mitocondrial pitiuso com populações orientais abona esta hipótese.

 

Só o acesso ao DNA fóssil em bom estado pertencente a restos cartagineses poderia confirmar esta hipótese. Algo que de momento não é nada simples. Em qualquer caso, o projeto levado a cabo pelo Laboratório de Genética da UIB conseguiu diferenciar três blocos populacionais muito bem definidos nas Ilhas Baleares.

 

Título: Análise genética a nível de STRs e organização da região I do mtDNA. Aplicação da evolução das populações chueta e balear e a genética da otosclerose e da miopia

 

Entidade financiadora: Ministério de Ciência e Tecnologia

 

Referência: PM97-0041.

 

Classificação UNESCO: 2409.

 

Período: 1998 - 2001.

 

Doutora Misericórdia Ramon Juanpere, professora titular de Genética

 

Laboratório de Genética. Departamento de Biologia.

 

Edificio Guillem Colom Casasnovas.

 

 

 

Três populações geneticamente diferentes nas Ilhas Baleares

 

A amostra correspondente aos descendentes de judeus convertidos de Maiorca apresenta uma clara afinidade com populações orientais e outras populações judaicas, como os askenazis ou com as populações judaicas do norte da África.

 

 

 


 

 

FREQÜÊNCIAS (%) DE TIPOS DE HAPLÓIDES NO CROMOSSOMO-Y no Oriente Médio

 

Os libaneses se distinguem dos demais povos do Oriente Médio, já que não possuem os seguintes haplóides: 1Ha 1c 1L. Estes haplóides são de baixa % em todos os povos do Oriente Médio (excluindo o 1Ha para os sauditas); com o qual se conclui que a tendência a possuir estes três haplóides é baixa entre os povos do Oriente Médio. Os libaneses têm uma maior % de haplóide Med (em comparação com os outros haplóides que possui), da mesma forma que os drusos, sírios, palestinos e sauditas. Devido a isto, este é o haplóide mais característico entre os povos do Oriente Médio.

 

— Coincidem com os libaneses os judeus do Iêmen em não possuir o 1Ha, da mesma forma que os etíopes judeus;

— Coincidem em não possuir o 1c os judeus romanos e os judeus etíopes;

— Coincidem em não possuir o 1L os etíopes;

— Coincidem em não possuir nem 1Ha nem 1c nem 1L os judeus etíopes.

 

 

O haplóide mais característico entre os judeus é o Med. Todos os judeus se caracterizam por possuir Med e 4S. Os judeus etíopes se diferenciam dos demais judeus em que os primeiros não possuem 1c 1D e 1L.

 

Nem um europeu coincide com os libaneses de não possuir 1Ha 1C e 1L. O haplóide mais característico dos europeus é o 1L, que não está presente nos libaneses. O haplóide 1R é alto nos europeus em comparação com os demais, e este está presente em libaneses.

 

 

O Norte da África coincide com os libaneses em não possuir o 1Ha. No norte africano o haplóide mais comum é o 4S.

 

Os sub-saarianos coincidem com os libaneses em não possuir 1Ha 1C 1L. Nenhum destes haplóides são característicos nestes povos.

 

O haplóide mais comum nos turcos é Med, mas com um valor muito baixo.

 

Os libaneses se relacionam com os povos do Oriente Médio, mas distinguindo-se claramente destes em que os libaneses não possuem os 1Ha 1C nem 1L; já que estes últimos são de baixa % nos demais povos do Oriente Médio. Dentro dos povos do Oriente Médio, os que mais coincidem (quanto aos haplóides estudados) com os libaneses são os palestinos e drusos.

 

A relação entre os libaneses com os judeus é que também nestes predomina o Med. A coincidência com os judeus etíopes é de 100% quanto a que nem um deles possui 1Ha 1C nem 1L. De todos os judeus, os que mais coincidem com os libaneses quanto aos haplóides estudados são os judeus etíopes e os judeus do Yemen.

 

Não há coincidências com os europeus, exceto em 1R. O haplóide mais característico é o 1L que não aparece nos libaneses.

 

Os Norte-Africanos coincidem com os libaneses em não possuir 1Ha.

 

Os libaneses têm uma forte presença do gene Med (46%), o que é característico dos povos do Oriente Médio incluindo os judeus; e uma forte ausência dos 1Ha 1c e 1L (0%) cuja ausência é característica em drusos, sauditas, judeus do Iêmen, etíopes judeus, norte-africanos e sub-saarianos.

 

Os Judeus e os povos do Oriente Médio descendem de uma mistura de homens que tinham só 8 das 19 variações totais que existem no cromossomo Y (4S, 1R, Med, 1Ha, 1U, 1C, 1D, 1L).

 

 

O ALELO "LIBANÊS"

 

Uma mutação do gene que codifica para o receptor de uma lipoproteína de baixa densidade, produz um receptor protéico ao qual falta três componentes. Isto se produz devido à substituição de um nucleotídeo que cria um prematuro codón de terminação, eliminando-se 180 resíduos da proteína. Chamado o alelo "libanês", é o responsável da alta incidência de hipercolesterolemia no Líbano.

 

 

 

 


 

 

 

 

 

 

 

Classificação conforme raças em Organismos Governamentais dos EE.UU.

 

25.07.2003

 

A Direção de Alimentos e Medicamentos dos EE.UU. (FDA, suas siglas em inglês) instrui laboratórios, pesquisadores, médicos e clínicas que estruturem suas estatísticas, registros, estudos e projeções de acordo com critérios que distinguem entre pretos, brancos, hispânicos, asiáticos, indígenas e uma grande variedade de raças e grupos étnicos.

 

Esses critérios são similares aos que aplica o Escritório do Censo e misturam componentes de origem geográfica, grupo étnico, cor de pele e culturas definidas desde a óptica estadunidense.

 

 


 

 

 

Arma para classificação étnico e racial.

 

Pesquisadores em biologia do domínio militar tiveram a idéia de criar bactérias que só afetariam uma certa categoria ou mais precisamente uma raça de indivíduos. A vantagem destas novas armas consiste em preparar uma seleção racial ou uma guerra sem a destruição material.

 

Para isto é necessário identificar inevitavelmente, o gene ou (chave) por exemplo, que dá a cor da pele específica ao país apontado. Mas isto pode ir mais distante, até a identificação (eventual) de genes específicos em homossexuais, indivíduos obesos, ou ainda mais na inteligência deficiente.

 

Uma vez que os genes são identificados, não fica mais que por em prática a bactéria capaz de destruir os indivíduos portadores. Todas as tendências são possíveis, hoje em dia certas já estão em prática apesar de que passam por fatos da vida cotidiana, tais como a detecção de genes capazes de "proporcionar" indivíduos super-inteligentes ou muito fortes para proporcionar soldados. Se pode imaginar também que devido o fato de haver efetuado manipulações genéticas eles seriam capazes de ver pela noite sem um equipamento de visão noturna ou quando eles tem sido feridos, suas células se regeneram e que elas cicatrizam rapidamente a fim de voltar à luta.

 

Utópico? Nem tanto. Se sabe já que a eletroterapia favorece uma cicatrização mais rápida. No caso de uma salamandra que teve uma parte cortada, se produz uma inversão de polaridade que permite a este membro de repulsar. Uma bactéria muito particular sabe alcançar esta façanha. Ela é estudada atualmente em vários laboratórios. O Rádio Duran (osso) dispõe de uma cópia de seu código genético que lhe permite se reproduzir quando ela tem sofrido uma lesão. Os cientistas constataram que ela resistia à radioatividade, onde o interesse é evidente para os militares. Este tipo de realização requer a decodificação completa do genoma humano. Então se identifica os genes próprios de cada raça. Para fazer isto os cientistas militares imaginaram pegar isso como ponto de base, esses em relação com a pigmentação da pele.

 

Estas pesquisas não são uma novidade. Já desde 1937 os japoneses haviam construído um laboratório no acampamento 731 instalado na Manchúria onde se transita e trabalham durante vários anos, vários milhares de cientistas. Seu diretor era Ishii Shiro, um cirurgião militar. As provas foram realizadas sobre animais mas também sobre milhares de prisioneiros, chineses, russos e até mesmo americanos. Eles introduziram vírus, bactérias de doenças infecciosas, inclusive pelas vias respiratórias insetos, afim de verificar a diversidade de respostas próprias de cada raça. Animais foram utilizados para estas experiências, mas também 3.000 cobaias humanas, então mortos para ser autopsiados. Este acampamento e todas as instalações foram destruídos pelos japoneses em agosto de 1945, quando os russos entraram na Manchúria. Uma parte dos cientistas japoneses deste acampamento e os resultados de seus trabalhos foram recuperados pelos americanos depois da guerra. Estes últimos foram acusados em 1950 pelos chineses de haver descarregado sobre a Coréia do Norte insetos, como por exemplo pulgas, moscas, mosquitos, portadores de doenças, capazes de provocar epidemias. Os documentos confidenciais publicados subsequentemente garantem a impunidade dos pesquisadores japoneses pelo serviço prestado.

 

Revelações recentes nos mostram que Israel se entregou às pesquisas genéticas que permite a classificação étnica. Israel faria uma arma biológica genética capaz de aniquilar os indivíduos que pertencem a populações árabes. Os pesquisadores israelitas participaram e se basearam sobre os estudos genéticos conseguidos na África do Sul. Este país fazia também pesquisas do tempo do "apartheid" e foi obrigada a revelar durante uma Comissão de Verdade e conciliação.

 

Estas suspeitas que se tornaram afirmações exatas, foram reforçadas por uma publicação do Foreign Rapport que trata os problemas de defesa e segurança. Daan Goosen, diretor de um laboratório de guerra bacteriológica e química, havia recebido a ordem a partir de 1980 de ter preparado uma arma pigmentária, capaz de matar os indivíduos que tem somente uma pele preta. Ele revela também que eles haviam recebido a visita de pesquisadores israelitas. Estes últimos fazem suas pesquisas no laboratório ultra-secreto de Nes Tziyona situado perto de Tel Aviv. Eles tentam descobrir o gene específico das populações árabes, a fim de desenvolver o elemento do DNA que seria capaz de infectá-los e mata-los. À continuação de todas estas revelações, os ingleses começaram a explorar mais sobre estas pesquisas cujo relatório foi remetido em janeiro de 1999.

 

Fontes:

 

Nexus ¹. 2 de 05/06/1999.

 

The Australian de 16/11/1998.

 

The Times de 15/11/1998.

 

Último Terror de Pierre Kohier, Edições Critérion.

 

 

 

 


 

 

 

Israel e o Vírus Racial

 

Fonte: The Sunday Times (London) 15 de Novembro de 1998

 

Israel desenvolve uma Ethno-Bomba

 

 

ISRAEL está trabalhando em uma arma biológica que causaria danos em árabes mas não em Judeus, segundo fontes militares ocidentais e israelitas de Inteligência.

 

A arma, apontando para vítimas por origem étnica, é vista como resposta de Israel à Ameaça do Iraque de ataques químicos e biológicos.

 

Israel foi alvo de mísseis Scuds durante a Guerra do Golfo pelo qual em uma Segunda Guerra teme ser o primeiro alvo de represália árabe.

 

Ao desenvolver sua "ethno-bomba", os cientistas israelitas estão tentando explorar os avanços médicos identificando genes diferentes dos árabes, o laboratório de Ziona terá uma bactéria ou um vírus genético modificado.

 

A intenção é utilizar a capacidade do vírus e de certas bactérias que possam alterar o DNA dentro das células vivas de seu anfitrião. Os cientistas hebreus estão tentando direcionar os microorganismos mortais que atacam somente estes genes diferentes.

 

O programa é estudado no Instituto Biológico de Nes Ziona, "o muro civil" para o arsenal clandestino de Israel de produtos químicos e armas biológicas.

 

Um cientista disse que a tarefa era complicada por que os árabes e os judeus são de origem Semita. Mas ele adicionou: "tivemos êxito na localização de uma característica particular no perfil genético de certas comunidades árabes, particularmente nas pessoas iraquianas". A Bomba Étnica poderia ser usada lançando os organismos no ar ou pondo-os em abastecimentos de água.

 

As pesquisas israelitas são uma continuação dos estudos biológicos conduzidos por cientistas sul-africanos durante a era do apartheid e revelados em testamento antes da comissão da verdade e da reconciliação.

 

A idéia de um estado judaico tem levantado uma imediata polêmica em Israel, comparando-a com as experiências genéticas do DR. José Mengele, o cientista nazi em Auschwitz.

 

Dedi Zucker, membro do Knesset, o departamento israelita, denunciou que "moralmente tal arma é monstruosa e deve ser rejeitada".

 

O Dr. Daan Goosen, chefe de um Laboratório sul-africano e especialista em guerra biológica, recorda que ordenaram que seu departamento nos anos 80 desenvolvesse uma "arma de pigmentação" que atacasse só os pretos. Um relatório confidencial do Pentágono advertiu no ano passado que na antiga URSS as pesquisas genéticas eram desenvolvidas juntamente com as armas de guerra.

 

William Cohen, secretário de Defesa americano, revelava que ele tinha relatórios recebidos de paises que trabalham para criar "certos tipos de patógenos étnicos. Uma fonte da inteligência dos EE.UU. confirmava a este jornal que Israel era um desses paises que Cohen tinha em mente e que hoje em dia atuam como compradores e desenvolvedores desta desconcertante tecnologia.

 

Também assegura que os israelitas pesquisam "judeus que viveram em paises árabes e tem sangue de outras etnias, especialmente iraquianos".

 

A British Medical Association investiga se algum de seus membros colabora com estes estudos; o Dr. Vivienne Nathanson, que organizou a investigação, disse:

 

"Com a arma étnica bem desenhada se poderia inclusive golpear grupos dentro de uma mesma cidade"

 

"A história da guerra, na qual muitos conflitos têm um fator étnico, nos demonstra quão perigoso poderia ser isto".

 

Traduzido por Nacionalista88

 

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