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Adolf Hitler
Líder do Sacrifício
Pessoal
O Nacional Socialismo, como todo movimento
revolucionário, é alimentado pelo sacrifício pessoal. Nosso movimento não só
é único pelo que fez nosso líder, que deu um exemplo de sacrifício pessoal
durante a luta pelo poder, mas que o fez ao longo de toda sua vida.
Quando Hitler era só um jovem piá, assinou para ceder sua
pensão de órfão à sua irmã mais jovem, Paula, e então teve que se virar
sozinho para sobreviver em um mundo hostil, onde seu pão diário tinha que
ser amargamente ganhado. Este exemplo que prendeu por si desde cedo de pôr
as necessidades dos outros antes que as suas foi constante em sua vida.
Durante a Primeira Guerra Mundial, Hitler compartilhou de
todas as desgraças e angustias com os dos soldados comuns. Seu regimento foi
brutalmente aniquilado na frente. Quando sua força diminuiu, cada homem foi
impelido a fazer mais, a dar mais de si. Nenhum homem fez jamais mais do que
Hitler. Constantemente, se ofereceu para deveres extras, cumpriu as missões
mais arriscadas, e escapou por pouco da morte dúzias de vezes. Era como se,
exclusivamente por sua pura vontade, pudesse trazer a vitória para a
Alemanha. Quando era tempo para ele, de aproveitar de um bem e merecido
descanso ou de sua licença, se negava e, em troca, o dava à um homem casado
para que pudesse passar um tempo em casa com sua família.
Depois da punhalada pelas costas e da humilhante derrota
da Alemanha, Hitler jurou se dedicar o resto de sua vida para fazer a
Alemanha grande e acabar com o diabólico Tratado de Versalhes. Durante estes
anos de luta, conheceu inclusive privações ainda maiores das que tinha
passado em sua juventude.
Seu vestuário pessoal estava tão gasto que um membro do
Partido teve que doar um terno para que o Líder pudesse se entrevistar com
os grandes magnatas da indústria. Não só teve que viver humildemente para
que cada marco pudesse ser usado na luta, mas que também teve que abandonar
seu sonho de se converter alguma vez (ou assim o pensava naquele tempo) em
artista ou arquiteto.
Os ganhos materiais não eram os únicos sacrifícios que o
Partido exigiu de seu líder. Hitler lamentou com freqüência que não pudesse
desfrutar do lar e do seio de sua própria família, já que não poderia se
casar já que estava casado com toda a Alemanha. Pior ainda, soube que nunca
poderia conhecer a alegria da paternidade, porque seria injusto para com
seus filhos, isto é, a tarefa de seguir seus passos seria muito grande para
eles.
Quando a guerra foi imposta à Alemanha, o Líder teve que
abandonar seu sonho de reconstruir suas cidades. Pôs, então, seu uniforme e
negou a se retirar até conseguir a vitória. Trabalhou sempre contra o
relógio tendo mais e mais sempre do que fazer. Seu escritório principal, a
“Guarida do Lobo” (A Cova do Lobo) em Rastenburg, estava enterrada em um
bosque pantanoso que era muito quente no verão e muito fria no inverno. Seu
pessoal o considerava (A Cova do Lobo...) como um destino deprimente e não
paravam até que eram transferidos para Paris ou para Berlim, deixando para
trás o Líder se esforçando pela Alemanha sem entretenimento, luzes
brilhantes ou o doce fruto da vitória.
No bunker do Líder na primavera de 1945, Hitler roubaria
para si uns minutos das conferências militares para admirar os modelos das
magníficas cidades Nacional Socialistas que sonhou construir depois da
guerra sabendo muito bem que nunca mais seriam construídas durante sua vida.
Quando os projéteis soviéticos começaram a cair na
cidade, disse ao General das Waffen SS, Leon Degrelle, que se ele houvesse
tido um filho, querido que fosse como ele, assim dessa forma Degrelle devia
preservar sua vida da mesma forma que o Coronel Hans-Ulrich Rudel, para que
juntos inspirassem a futura juventude alemã com seu heroísmo. O Líder disse
que faria o último sacrifício pela Alemanha e não fugiria, mas que
combateria o inimigo até o amargo final e depois privaria os capitalistas e
os bolcheviques de seu prazer judaico de não só levá-lo a julgamento, mas
também de mutilar, destroçar e estraçalhar seu corpo, e assim lutou até que
os “untermenschen” (homens de baixa estirpe) estiveram a só uns metros e
depois marchou para Valhalla.
Adolf Hitler era um homem que sacrificou a si mesmo, toda
sua vida, por seu povo. A grande virtude é uma característica intrínseca do
Nacional Socialismo, isto é, o sacrifício do ser individual para o bem da
maioria. Isto é por que um só Nacional Socialista vale tanto como cem
Democratas ou Republicanos. Isto é o que nos faz tão fortes e tão temidos.
Quando era um jovem membro do partido, eu trabalhava 48
horas por semana em uma fábrica local, doava todo meu salário ao Partido,
limpava o Quartel General, fazia os trabalhos burocráticos (papelada,
propaganda, organização de eventos, etc) do partido, recolhia assinaturas
para petições, preparava refeições, dava entrevistas para a televisão, e de
vez em quando tinha um pouco de diversão em uma batalha de rua com a
“skoría” (do grego ao português: vis) da terra. Muitos dos “bons” Nacional
Socialistas eram difíceis de se encontrar quando chegava o momento de
trabalhar voluntariamente para o partido ou doar algum dinheiro. De forma
pouco surpreendente, todos foram “cortados” do movimento não com ameaças de
morte ou bombas, mas por sua própria falta de convicções no Nacional
Socialismo. Queriam se divertir e obter glória à custa dos sacrifícios dos
outros camaradas. Estes “sem-vergonhas” rapidamente deixavam o Partido, e
cada vez que o faziam, nos tornavam (nós e o Partido) mais fortes.
Comparado aos sacrifícios de nosso Líder, meu dinheiro,
meu suor e meu sangue é uma vil oferenda. No entanto, nosso movimento está
hoje cheio de camaradas cujos sacrifícios lhes fazem heróis: verdadeiros
Nacional Socialistas como Reinhard Sonntag que deu sua vida há apenas alguns
anos, e Gottfried Küssel que esteve sete anos e meio na prisão, assim como
muitos, muitos mais, que, por razões de segurança, não se podem citar, mas
sem eles tu não teria esta publicação em tuas mãos e não estaria lendo este
artigo.
Nós, Nacional Socialistas, julgamos um homem ou uma
mulher só por uma prova de força, e esta é quanto se sacrificam pela
vitória. Quão inteligente são (ou pensam que são), quão ricos são, que bons
lutadores dizem ser, ou quanta cerveja podem consumir, tudo isto não
significa nada... Só têm valor quanto uma pessoa dá de si mesmo! Cada um de nós (tu e inclusive eu) deve perguntar para si mesmo esta questão chave!
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