A arte do fim do século

  

Desde que a mentalidade sionista ocupou o mundo da arte, este terminou na esterqueira. Mas se na pintura ou na escultura, na arquitetura ou na música da chamada arte atual, ou seja, arte sob sentimentos do dinheiro e do materialismo, levou ao absurdo e uma autêntica loucura que se afastou totalmente do povo, de forma que já nem forma nem deforma, simplesmente deixaram de existir como arte, em mudança da verdadeira arte desta época é o cinema.

O Cinema conseguiu uma qualidade técnica enorme e é ao mesmo tempo popular. Não se enclausurou no abstrato, e o chamado cinema de vanguarda morreu depois de uns péssimos filmes de cinema e ensaio que ninguém ia ver e ninguém sente saudades.

No cinema se fizeram filmes absolutamente geniais, de um valor incrível tanto como a arte como expressão de valores positivos. Poderíamos citar uma centena, mas recordemos só algumas poucas:

"Um homem para a eternidade": magnífico filme sobre a vida de Tomadas Mouro. Fidelidade às próprias idéias e oposição ao poder tirânico e ao obscurantismo. A morte antes que abjurar da Verdade.
 

"Milagre em Milão": Entranhável comédia neo-realista (com engenhosas tinturas surrealistas) com especuladores odiosos, políticos caraduras de costas ao povo e pobres que não querem ser ricos, se não conservar sua dignidade e sua alegria. Ah! E um negro e uma branca que têm claro que sua relação é impossível por ser contra o natural.

"O herói solitário": Baseada na grande façanha de Charles A. Lindberg, encarnado por James Stewart. O espírito aventureiro, a abnegação, o risco, protagonizados por um homem que simpatizou com o NS, o que lhe custou muito caro apesar de ser um herói nacional (isto, logicamente, não se reflete no filme).

“Que belo é viver!": Também protagonizada por James Stewart. A família, os amigos, o dever e o trabalho acima do dinheiro. A usura como pior inimiga do homem honesto e trabalhador.

"Mary Poppins": Sim, Mary Poppins. É, depois da anteriormente mencionada, o mais duro alegado contra a usura e a mais acendida defesa da família, a honradez e as vontades de viver. Para pequeninos e adultos.
 

"Joana d’Arc": Um maravilhoso filme de Ingrid Bergman, dando vida à heroína nacional francesa. Patriotismo, esforço, luta, dever, fé, honra e fidelidade à Idéia contra a tirania, a corrupção, o ouro, a intriga, a traição e a imoralidade.

"55 dias em Pequim": Solidariedade e camaradagem entre membros de diferentes nações européias ante a ameaça asiática. O homem branco unido frente ao perigo e ao inimigo da Civilização.

"Centauros do deserto": um Western clássico protagonizado por John Wayne. O melhor do que se pode dizer deste filme é que foi desqualificado chamando-a racista (uuuuh!).

"A pele": Versão livre de Liliana Cavani da famosa obra de Curzio Malaparte. A crônica da morte da Europa e de como se envilece a um povo. De todas as invasões sofridas pela Europa, aqui se reflete a mais grave, brutal e vil; começou em meados dos anos 40... E ainda dura.

"Os gritos do silêncio": Único (sim, único) filme sobre o terror que supôs o "socialismo real", ainda que, isso sim, longe do paraíso soviético, sobre o que não se mostrou nada. Digna de se ver, não obstante.

"A missão" A colonização e civilização da América a base do sacrifício, esforço, fé, sangue, abnegação e valor. Com a cruz e com a espada.

"O clube dos poetas mortos": Um grande Robin Williams num bom filme que convida a pensar, a não aceitar porque sim as verdades oficiais e a viver o momento sem desperdiçar a vida em existências medíocres.

"A fogueira das vaidades": Baseada na fase homônima do conhecido escritor Tomas Wolfe e interpretada por Bruce Willis, Tom Hanks, Morgan Freeman e Melanie Griffith. Judeus sobem controlando a justiça e a política, negros espertos e chantagistas que se aproveitam de sua negritude, jornalistas manipulando a informação. Quase um documentário.

"Os visitantes (não nasceram ontem)": Em matéria de humor e protagonizada pelo ator franco espanhol Jean Rena, supõe uma brutal crítica ao mundo moderno. A nobreza, o valor e a honra chocam frontalmente com a economia e o "progresso" atual.

"Bravehearth": Protagonizada por Mel Gibson e baseada na vida do herói escocês William Wallace. Patriotismo, mística guerreira, arrojo, valor, honestidade, dignidade, honra e tudo o demais que se proscreve em nossos dias.
 

"Primeiro Plano": Um divertidíssimo filme que mostra o mundo do jornalismo tal e como é (que vão dizer nós!). Humor super-corrosivo. COMÉDIA.

"Network, um mundo implacável": Uma análise sobre o poder da televisão, que retrata o competitivo mundo televisivo da televisão nos anos 70 nos EE.UU. onde o sucesso e os recordes de audiência impõem sua ditadura. Howard Beale, veterano apresentador de um noticiário, é despedido quando baixa o nível de audiência do seu programa, mas seu programa é re-convertido num programa de TV lixo e atinge records de audiência. Ganhadora de quatro Oscars em 1977.

"SHAKESPEARE in Love": Um precioso filme de amor recriando o ambiente da vida de Shakespeare, uma delícia.

"Brazil": Um filme inquietante sobre o Sistema, a burocracia e o poder oculto do dinheiro. Uma jóia para pensar a saída do grupo Monthy Pyton.

"7 Noivas para 7 Irmãos": Entranhável filme com uma música e uns números musicais excelentes, sobretudo as piruetas de Russ Tamblin. MUSICAL

"As Uvas da Ira": O drama de uma família rural americana durante a quebra da bolsa de NY em 1929. DRAMA
 

"Missão de Audazes": Os protagonistas são ianques, mas todo o filme é uma exaltação da Confederação. OESTE.

Há que adicionar evidentemente TODOS os filmes de Walt Disney, tanto de desenhos como não, efetuadas na vida de seu fundador, todas são geniais e do maior interesse.

Para que não nos digam que temos manias à raça judia, diremos que um dos melhores filmes é 'O Bazar das Surpresas', dirigida por um judeu, mas que é uma autêntica maravilha de honra e denúncia do dinheiro.

E centenas de filmes mais realmente geniais.

Portanto o problema do sionismo é conseguir que esta arte popular seja conduzida para a expressão dos anti-valores sionistas, pois senão poderia ser nefasto para os planos da degradação do povo que tem o capitalismo progressista que nos domina.

Dessa forma as comunidades mais importantes de judeus nos USA está em Hollywood, e o domínio do lobby-lobby sionista sobre a indústria do cinema e a academia de Hollywood é total.  

Este ano podemos (na verdade a palavra correta seria: DEVEMOS) deixar de ver o filme favorito: "American Beauty", uma porcaria absoluta que cumpre todos os requisitos para triunfar: produzida por Cohen Company, financiada pelo judeu Spielberg, seu argumento é bazofia pura, o único personagem simpático é um traficante de maconha! Enfim, é o cinema que promociona o lobby-lobby sionista. E por parte da Espanha Almodovar, um exemplo de como fazer um cinema degenerado de histéricos, putas, bichas, drogas e cretinos. Existe uma campanha organizada, financiada e preparada de forma coerente e conjurada para promocionar tudo aquilo que elimine valores positivos e elevados no homem e em mudança encaminhe à massa para uma mentalidade de normalizar a decadência e a degradação moral e pessoal.

Não é uma casualidade, não é algo que peça a gente, é uma campanha de bilhões de pesetas a nível mundial que abarca desde a seleção de prêmios, imprensa, dirigentes políticos de cultura, etc... Até a política editorial ou os anúncios de TV.... Todo o aparelho elimina ao que não se vinco ante essa linha claramente marcada: lixo e decadência. E sabemos quem dirigem com especial gosto essa campanha de putrefação.

O Cinema foi genial, e é lixo, a diferença está em refletir os valores de nossa raça ou do movimento sionista. Walt Disney ou Cohen/Spielberg, dois mundos enfrentados a morte.

 

Traduzido por Nacionalista88

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