A Arte e a Cultura é NS, o capitalismo

só produz lixo

 

 

Estamos tão ocupados em denunciar o sionismo, à invasão do terceiro mundo ou à exploração capitalista que às vezes não nos lembramos da principal premissa do nacional socialismo: a arte como centro da vida nacional, arte que através dos séculos se converte em Tradição, lançando ao mundo um reflexo de nossa identidade como povo.

 

De nada serve tanto esforço ativista se depois seguimos o estilo de vida sionista com suas modas absurdas. Bastante danos nos fazem já transformado nossas festas, já sejam religiosas ou locais, em puro negócio: que seja o dia das Mães, Natal, o Dia de Todos os Santos, aproveitados pelos mercadores do século XXI em seu afã pelo dinheiro. Como no momento não podem eliminar nossas celebrações e substituí-las por suas modas, as corrompem.

 

O Sistema atual produz "literatura" através de Prêmios milionários adjudicados de antemão a personagens, preferivelmente famosos que assegurem grandes vendas, não se dá prêmios a qualidade literária, procura-se que a obra seja assinada por alguém o suficientemente visto na Tv que assegure ao editorial o maior benefício possível, que a maior parte das vezes nem sequer é do autor (Plágio e Negro, inseparáveis colegas de viagem) . O sistema atual cria escultura que é pura merda, não existe melhor palavra em castelhano para definir exposições nas que um recipiente de lixo derretido colado à parede ou vários cabides atados com uma corrente são as estrelas da mostra. E a pintura? Manchas sem sentido, mercado controlado pelos marchantes e as casas de leilão, elefantes e chimpanzés que pintam, essa é sua pintura, conforme com sua música de “tecno-bacalau” ou como se chama agora (são tão modernos que a cada dois dias há um estilo novo fusionado de três anteriores).

 

Quanta diferença com as centenas de maravilhas que podemos encontrar só com um olhar ao redor, no capacete histórico do povo mais perdido da Espanha há mais arte que em todos seus museus de "vanguarda". Simultaneamente seu ideal e sua cultura faz seu ideal de sociedade, uma vez destruído pelos meios de comunicação o sentido de Pátria (hoje em dia qualquer um que se sinta orgulhoso de ser espanhol, ainda por cima que diga publicamente, é um nazista já, diretamente), toca ainda de destruir a instituição da Família, estamos vendo com a ofensiva da televisão a favor de que os casais gays e lésbicas adotem meninos.

 

E falando de televisão, tenho aqui o maior lixo deste novo século. É o mesmo em qualquer canal. Não se compreende como têm a cara de se chamar TV Espanhola, Telemadrid ou TV Murciana se os únicos que têm direito a se expressar são imigrantes (aos quais dedicam centenas de horas e lastimáveis reportagens) ou intelectuais “de Tudo 100”, 82% da população restante são discriminados e criminalizados. São lixo e não recicláveis: centenas de horas de “programas do coração”, anúncios, noticiários tendenciosos, mais anúncios, um par de seriados comprados a saldo nos EEUU, mais anúncios e um par de colóquios formados por intelectuais “de Tudo 100”, dá pena de ver os debates, sempre são dos mesmos temas, que se a homossexualidade que se os curandeiros tal, não os tirem daí, por que se ocorresse fazer algum sobre o Desemprego, as ETT, a Imigração ou a Insegurança Cidadã sem censuras teriam mais de um problema.

 

 Uma geração de titãs Pilares da cultura espanhola, hoje seriam acusados de nazis pela “piolhada intelectual” a custa da BBVA e da Trilateral.

 

"Não me pregue a Paz que tenho medo. A Paz é a submissão e a mentira. Antes quero verdade em guerra que mentira em paz". "A paz dos guerreiros é outra coisa". "Os judeus materialistas procuram a ressurreição da carne nos filhos. E no dinheiro, claro".

 

Pio Baroja:

 

Autor de "Comunistas , judeus e restantes sujeitos", orgulhoso de ser basco, espanhol e europeu: "O que me interessa, me preocupa, é saber se a Europa sairá do atoleiro". Estas palavras disse em 1954 depois da derrota mundial, considerando já nesses anos que o judaísmo corrompia tudo com seu cinema, música e pornografia.

 

Ortega e Gasset:

 

Qualificou Einstein, depois de conhecê-lo, de comunista e "mal intencionado", já conhecia nosso gênio como açougueiro de Hiroshima. Suas seguintes palavras não perderam valor nestes 60 anos: "Jornalistas, professores e políticos sem talento compõem o estado maior da inveja. O que hoje chamam de opinião pública nada mais é do que a purulenta secreção dessas almas rancorosas" "Não podemos separar a questão trabalhadora da nacional" "Não basta com melhoras políticas, é preciso um trabalho mais profundo que produza o afinamento da Raça" "Hoje os judeus possuem o dinheiro e são os mestres do mundo, também o possuíam na Idade Média e eram a rês do mundo".  

 

Gregorio Marañón:

 

Em seu livro "Os espanhóis fora da Espanha" afirma que o judeu foi, é e será inimigo do povo espanhol, defende a expulsão de 1492 e atribui a desamortização de Mendizabal, que o estado fez com os bens da Igreja, uma manobra dos banqueiros israelitas da França para obter esses bens. Toda sua obra literária em geral é uma exaltação dos espanhóis.

 

Ramiro de Maeztu:

 

Grande personalidade, anarquista numa época na que significava ataque frontal à burguesia, integralista cristão à imagem dos fundadores do Ku Klux Klan , nacionalista basco e espanhol , forma em 1931 o partido NR Ação Espanhola, autor da "Defesa da Hispanidade", foi assassinado em Aravaca pelos comunistas antes de pronunciar seu famoso: "Vocês não sabem por que me matam mas eu sei pelo que morro" Considerou o judaísmo como um povo de emboscados e infiltrados e à maçonaria uma organização de "tontos úteis gentios".

 

Jacinto Benavente:

 

Prêmio Nobel de literatura em 1922 e ao mesmo tempo silenciado hoje em dia. Presidiu desfiles da Vitória em Valência, resumiu sua visão dos hebreus de uma forma direta: "Onde ver ruínas e estragos por ali passou o judeu" Para mais horror considerava "normal" que existissem raças e que as mais inteligentes predominassem sobre as demais, odiava os burgueses aos quais acusava de estar "narcotizados" e defendia os exércitos fortes e armados como garantia de paz numa nação.

 

Azorín:

 

Nacionalista castelhano e espanhol, colabora com a facção mais radical da Falange, publica dezenas de artigos na Itália de Mussolini, regime que admira.

 

A lista segue: Perez de Ayala, Victor Pradaria, Muñoz Seca, Manuel Machado, Eugênio D. Ors, Josep Plá, Menendez Pidal, Ernesto Gimenez Caballero, Victor da Serna, filho de concha Espinha, autor da seguinte necrológica em 2-5-1945: "Um enorme Presente se estende pelo âmbito da Europa por Adolf Hitler, filho da Igreja Católica, que morreu em defesa da Cristandade", Eugênio Montes, Garcia Valdecasas, Wenceslau Fernández Flores, Julio Camba, Cossio, Alvaro Cunquerio, Pombo Angulo. . .

 

A cultura na Espanha foi NS (e no Sul do Brasil em alguns grupúsculos é e ainda será Nacional Socialista, SEMPRE!), os mais velhos foram e os que viveram em séculos anteriores ao nacional socialismo estiveram mais perto da nossa visão de mundo que do mundo feliz, unido, tolerante e rosa que nos querem impor. E se a cultura e a arte foram NS, a melhor forma de ser NS hoje é defender a arte e a cultura, com ódio se faz falta, por que não se odeia nada com mais força do que àquilo que quer destruir o que amamos.

Traduzido por Nacionalista88

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